Urologistas SP Discutem o Comprimido mais Eficaz para Tratar a Falta de Ereção

Urologistas SP Discutem o Comprimido mais Eficaz para Tratar a Falta de Ereção: Cialis é claro meu amigo! rs brincadeiras a parte. Tomar remédio para disfunção erétil é coisa séria. Se você está passando por isso, procure um médico, não brinque com a sua saúde. Droga, mesmo que para bem pode matar!

Urologistas SP Discutem o Comprimido mais Eficaz para Tratar a Falta de Ereção

Cialis, Viagra, Uprima ou Levitra? Mas no final das contas, Afinal, qual é a de fato a BamBambam a top das tops o melhor comprimido quando a questão é para tratar a Dificuldade de Ereção?

Podemos dizer que no mundo da saúde do Homem ou seja da saúde masculina da pessoa que utiliza o pênis como órgão sexual, Essa é, hoje em dia, a principal dúvida de pelo menos 11 milhões de homens brasileiros e 150 milhões em todo o mundo que sofrem do distúrbio.

Para a maioria dos Urologistas SP Especializados no assunto, a escolha do comprimido mais adequado e eficaz dependerá das necessidades e da adaptação de cada homem ao produto.

Há quem prefira maior segurança e se mantém fiel a um comprimido já reconhecidamente testado. Outros homens não querem depender de hora marcada para o ato sexual. Por outro lado, muitos têm receio de usar uma droga cujo efeito é prolongado. E há ainda os impacientes, que não abrem mão de uma pílula de ação rápida.

Qualquer que seja a escolha, todos buscam uma ereção satisfatória e natural.

Urologistas SP Discutem o Comprimido mais Eficaz para Tratar a Falta de Ereção

Para o Urologista SP, que também é um professor da Escola, faz especializações anualmente nos Estados Unidos da América o grupo de drogas para Tratar a Disfunção Erétil, formado pelas pílulas de ação local e que atuam melhorando o fluxo de sangue no pênis (o Viagra, da Pfizer, o Cialis, da Lilly, e o Levitra, da Bayer/GlaxoSmithKline), tem se mostrado mais eficaz que o Uprima (da Abbott).

Este último age no sistema nervoso central, estimulando a produção de dopamina, um neurotransmissor (mensageiro químico no cérebro) com papel importante na ereção.

Estudos mostram que o índice de sucesso das drogas de ação local é de 85%, enquanto o do Uprima é um pouco menor, 65%. Bertero acrescenta que a satisfação com cada medicamento varia muito.

“Cabe ao médico orientar sobre os prós e os contras de cada droga oral. Mas, de maneira geral, todas proporcionam uma boa ereção”, garante o médico.

Já para o outro Urologista SP, responsável pelo departamento de andrologia da Sociedade de Urologia, também diz que de acordo com o perfil há um medicamento mais adequado.

“Por exemplo, no caso de um homem de 40 anos, sem parceira fixa e que não sabe se no fim de semana encontrará ou não alguém para um relacionamento sexual, talvez seja melhor optar por um medicamento oral com uma ação mais prolongada, como o Cialis. Teoricamente ele estaria coberto por mais tempo. Mas a maioria dos pacientes com problemas de disfunção erétil tem mais de 50 anos e parceira fixa. Nesses casos, eles talvez não encontrem vantagem em tomar um comprimido cuja substância fica circulando por mais tempo no organismo”, analisa.

Já o urologista Sidney Glina, coordenador do Centro de Reprodução Humana do Hospital Albert Einstein, conta que esses três medicamentos que agem de forma local são eficazes. Ele lembra que metade dos homens acima de 40 anos na América Latina tem algum grau de dificuldade de ereção, mas apenas 10% deles procuram ajuda médica. Uma pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade (Prosex), do Hospital das Clínicas em São Paulo, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostrou que os homens com problemas de ereção levam de três meses a dois anos para se interessar por um tratamento.

Urologista SP CLínica Mattos
Endereço do Urologista SPRua Pedro de Toledo, 980 – Vila Clementino, São Paulo – SP, 04039-002
Telefone do Urologista SP: (11) 2769-6910

Pesquisas constataram que 40% dos homens têm a segunda ereção até uma hora depois da primeira. Mas 32,2% afirmam não ter a segunda relação. “É importante lembrar que essas drogas para disfunção erétil só funcionam se houver desejo sexual”, destaca. O urologista Eduardo Bertero confirma que a maioria dos seus pacientes, principalmente aqueles que já tomam o Viagra, demonstram curiosidade em experimentar outros medicamentos orais.

“Cada paciente reage de uma forma. Há quem reclame de dor de estômago ao tomar Viagra. No caso do Cialis, cujo efeito é de até 36 horas, se o ato sexual acontecer já no final da ação do medicamento, talvez a ereção não seja tão satisfatória. Isso também precisa ser levado em conta na hora decidir qual o produto mais adequado, assim como o custo do produto”, fala o urologista. Bertero não arrisca em afirmar qual é o melhor medicamento, até porque nunca foi realizado um estudo comparativo com essas drogas, inclusive entre as pílulas de ação local, que se mostram mais eficazes na maioria dos casos.

Há pesquisas mostrando que o Cialis, o Viagra e o Levitra podem ser um pouco melhor para homens com disfunção erétil decorrente de diabetes e retirada de próstata (especialistas até recomendam o início do tratamento imediatamente após a cirurgia), comum em homens com câncer na glândula. Mas muitos desses pacientes têm mais benefícios com a aplicação de injeções de prostaglandina e até mesmo implante de prótese peniana. “É importante lembrar que 30% dos homens com disfunção erétil não respondem aos comprimidos. Grande parte não continua o tratamento porque não suporta efeitos colaterais, como dor de cabeça, náuseas e dor de estômago”, enfatiza Bertero.

Assista ao Vídeo diretamente no Youtube se Preferir.

Apesar do custo e dos efeitos colaterais, a procura por comprimidos para disfunção erétil cresceu e até a faixa etária dos usuários diminuiu. Segundo Bertero, hoje a média é de 35 anos.

“As pílulas podem até melhorar a qualidade da ereção, mas existe o risco de dependência psicológica. Homens sem queixa de disfunção erétil não deveriam usá-las”, aconselha.

O urologista Ronaldo Damião acredita que nos próximos dez anos haverá pelo menos mais cinco ou seis novos medicamentos para tratar a disfunção erétil. Ele acrescenta que o paciente, juntamente com o médico, é que pode decidir qual é o comprimido mais adequado. Sem desejo sexual, não há pílula que funcione. As drogas de ação local, como Viagra, Cialis e Levitra, não são recomendadas para pacientes que fazem tratamento com nitratos para dilatar as artérias (homens que já tiveram infarto ou sofrem de angina). Essas pílulas, quando associadas a nitratos, podem causar pressão baixa (a hipotensão), aumentando o risco de óbito.

O bioquímico Erwin Bischoff, que ajudou a desenvolver o Levitra, lembra que sem o desejo sexual não adianta tomar nenhum medicamento oral. “Essas drogas não melhoram a libido. No caso dos medicamentos de ação local, eles apenas ajudam a melhorar o fluxo de sangue para o pênis”, ressalta o cientista. Ele não acredita que a curto prazo as mulheres com disfunção sexual possam se beneficiar de drogas semelhantes aos comprimidos orais para tratar a impotência sexual.

A Pfizer, por exemplo, está fazendo estudos com uma pílula feminina com ação semelhante ao Viagra e que poderia melhorar o fluxo de sangue e a sensibilidade no clitóris e na vagina.

“É cedo para afirmar se as mulheres terão algum benefício”, fala o bioquímico.

Eletroneuromiografia Boa indicação em SP

Eletroneuromiografia em São Paulo, temos uma boa indicação para o (ENMG). Pois este é um tipo Exame neurofisiológico, muito corriqueiro e demasiadamente utilizado para o complexo  do diagnóstico e também no prognóstico de várias lesões ocorridas normalmente no sistema nervoso periférico (SNP) do individuo. Este exame eletroneuromiografia que indicamos em SP, que pode ser utilizado por os mais variados médicos e doutores no objetivo de ajudar o paciente de diferentes áreas na avaliação dos componentes sensoriais e motores dos nervos e dos músculos.

Eletroneuromiografia Boa indicação em SP

O ENMG é o uso combinado de eletromiografia e eletroneurografia.

Essa técnica permite a medição da velocidade de condução do nervo periférico após a estimulação (eletroneurografia) juntamente com a gravação elétrica da atividade muscular (eletromiografia). O uso combinado revela-se clinicamente relevante, permitindo que tanto a fonte quanto a localização de uma doença neuromuscular específica sejam conhecidas para diagnósticos mais precisos.

Conhecer é Viver

A técnica de eletroneuromiografia foi praticada pela primeira vez no final da década de 1970 pela Academia Americana de Prática Geral. O uso desta técnica melhora a capacidade de diagnóstico definindo e localizando o site alvo. Em 1978, Milton B. Spiegel, médico investigador do Instituto de Reabilitação do Sul da Flórida, escreveu um dos primeiros artigos acadêmicos sobre os usos e os benefícios da eletroneuromiografia. Foi neste artigo que o Dr. Spiegel sugeriu que a pré-análise da amplitude de movimento e dos reflexos dos pacientes eliminaria o tempo e a exploração dos entraves dos nervos durante o procedimento eletroneuromiográfico, isso sem contar toda a ajuda do Urologista SP que o médico tem.

No início da década de 1980, a prática da utilização de eletroneuromiografia tornou-se mais amplamente aceita na comunidade médica, auxiliando especificamente nos diagnósticos de neuropatia, radiculopatia e axonopatia. Quanto ao uso mais recente, a eletroneuromiografia tem sido empregada ao longo do século 21, auxiliando no diagnóstico da síndrome do túnel do carpo, níveis anormais de glicose e muitas outras miopatias. Este procedimento agora analisa a condução nervosa e os potenciais musculares através do uso de estudos H-Reflex e F-Wave. Combinado com um pré-exame, a eletroneuromiografia é utilizada para detectar anormalidades neuromusculares.

Para que serve o Cialis Diário

Para que serve o Cialis Diário

Cialis Diário é indicado para o tratamento da disfunção erétil (DE).

Cialis Diário é indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da hiperplasia prostática benigna (HPB) em homens adultos incluindo aqueles com disfunção erétil.

Cialis Diário

Como o Cialis Diário funciona?

Definição de disfunção erétil

Quando existe um estímulo sexual, o pênis se enche de sangue e o homem tem uma ereção. Se o homem tiver disfunção erétil (DE), o pênis não se enche de sangue de forma adequada e a ereção não é suficiente para ocorrer uma relação sexual. A DE, também chamada de impotência sexual, pode ter diversas causas. É importante consultar um médico para descobrir a natureza desse problema.

Cialis Diário pode ajudar o homem com DE a obter e manter uma ereção quando estiver sexualmente excitado.
Ação do medicamento

Cialis Diário é um medicamento para o tratamento da dificuldade de obtenção e/ou manutenção da ereção do pênis (disfunção erétil – DE). Quando um homem é sexualmente estimulado, a resposta física normal do seu corpo é o aumento do fluxo sanguíneo no pênis. Isso resulta em uma ereção. Cialis Diário ajuda a aumentar o fluxo de sangue no pênis e pode auxiliar homens com DE a obter e manter uma ereção satisfatória para a atividade sexual. Uma vez completa a atividade sexual, o fluxo sanguíneo do pênis diminui e a ereção termina.

Para Cialis Diário nfuncioar, é necessária uma excitação sexual. O homem não terá uma ereção apenas por tomar um comprimido de Cialis Diário, sem a estimulação sexual.
Definição de hiperplasia prostática benigna (HPB)

A HPB é um aumento benigno da próstata que pode causar o estreitamento da uretra e dificuldade de micção.
Ação do medicamento

Ação do medicamento. Cialis Diário é um medicamento para o tratamento da dificuldade de obtenção e/ou manutenção da ereção do pênis.

Cialis Diário atua relaxando a musculatura da próstata, da bexiga e dos vasos sanguíneos. O relaxamento da vasculatura resulta no aumento do suprimento de sangue para a próstata e bexiga e pode reduzir os sintomas da HPB. O relaxamento da próstata e da bexiga podem complementar estes efeitos vasculares.

Informações complementares PDF

Cialis Diário é absorvido pelo organismo num tempo médio de 2 horas após a administração oral.

Cialis – Bula Cialis (Comprimido Revestido)

Princípios Ativos: Tadalafila

Apresentação de Cialis

Uso Oral
Uso Adulto Acima de 18 anos

Laboratório: Lilly

CIALIS é apresentado na forma de comprimidos revestidos, em embalagens contendo 1, 2, 4, 8 e 12 comprimidos.

Composição de Cialis

Cada comprimido contém: tadalafila………….20 mg

Excipientes: croscarmelose sódica, hidroxipropilcelulose, hipromelose, óxido de ferro amarelo, lactose monoidratada, estearato de magnésio, celulose microcristalina, laurilsulfato de sódio, dióxido de titânio e triacetina.

Para que serve Cialis

CIALIS é indicado para o tratamento da disfunção erétil.

Ação esperada de Cialis

Definição de Disfunção Erétil: quando existe um estímulo sexual, o pênis se enche de sangue e o homem tem uma ereção. Se o homem tiver disfunção erétil (DE), o pênis não se enche de sangue de forma adequada e a ereção não é suficiente para ocorrer uma relação sexual. A disfunção erétil, também chamada de impotência sexual, pode ter diversas causas. É importante consultar um médico para descobrir a natureza desse problema. CIALIS pode ajudar o homem com DE a obter e manter uma ereção quando estiver sexualmente excitado.

Eletroneuromiografia com Cialis e onde fazer o exame de eletroneuromiografia em SP?

Ação do Medicamento: CIALIS é um medicamento para o tratamento da dificuldade de obtenção e/ou manutenção da ereção do pênis (disfunção erétil). Quando um homem é sexualmente estimulado, a resposta física normal do seu corpo é o aumento do fluxo sanguíneo no pênis. Isso resulta em uma ereção. CIALIS ajuda a aumentar o fluxo de sangue no pênis e pode auxiliar homens com disfunção erétil a obterem e manterem uma ereção satisfatória para a atividade sexual. Uma vez completa a atividade sexual, o fluxo sanguíneo do pênis diminui e a ereção termina. Para CIALIS funcionar, é necessária uma excitação sexual. O homem não terá uma ereção apenas por tomar um comprimido de CIALIS, sem a estimulação sexual. CIALIS age, em média, a partir de 30 minutos, podendo ter ação por até 36 horas.

Contraindicações e riscos de Cialis

CIALIS não é indicado para homens que não apresentam disfunção erétil.

CIALIS não deve ser usado por pacientes alérgicos à tadalafila ou a qualquer um dos componentes do comprimido. CIALIS não deve ser administrado a pacientes que estejam utilizando medicamentos contendo nitratos, tais como: propatilnitrato (Sustrate.), isossorbida (Monocordil., Cincordil., Isordil.), nitroglicerina (Nitradisc., Nitroderm TTS., Nitronal. , Tridil.) e dinitrato de isossorbitol (Isocord.).

Não há recomendações e advertências especiais quanto ao uso de CIALIS por idosos.

Precauções e advertências de Cialis

CIALIS deve ser administrado com cuidado àqueles pacientes que apresentem um dos seguintes problemas de saúde: problemas cardíacos, tais como angina (dor no peito), insuficiência cardíaca, batimentos cardíacos irregulares ou que tenham tido ataque cardíaco; pressão baixa ou pressão alta não controlada; derrame, problemas de fígado, problemas com os rins ou que necessitem de diálise, úlceras no estômago, problemas de sangramento, deformação do pênis ou doença de Peyronie; condições que predispõem ao priapismo (ereção com mais de quatro horas), tais como anemia falciforme, mieloma múltiplo ou leucemia. Lembrando também que a atividade sexual pode ser desaconselhada em pacientes com doenças cardíacas graves, assim como os exercícios físicos em geral. O médico sempre deverá ser informado sobre os problemas cardíacos do paciente com DE e, então, ele decidirá qual é o tratamento mais adequado para a DE.

Foram relatados raros casos de perda de visão em homens tomando medicamentos para a disfunção erétil, incluindo o CIALIS. Este tipo de perda de visão é chamado de neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (interrupção do fluxo sanguíneo para o nervo óptico).

Até o momento, não é possível determinar se esses medicamentos causam realmente este tipo de problema, pois ele também acontece em homens que não os tomam. Pessoas que têm diabetes, pressão alta, aumento da taxa de colesterol, doença cardíaca e fumantes têm um risco mais alto de ter esta doença ocular. Caso você tenha alteração na visão durante o tratamento com CIALIS, pare de tomar cialis e procure seu médico.

Os médicos devem recomendar aos pacientes que interrompam o uso de inibidores de fosfodiesterase 5 (PDE5), incluindo tadalafila, bem como a procurarem uma orientação especializada em casos de diminuição ou perda repentina de audição. Estes eventos, que podem estar acompanhados de zumbido e vertigem, foram relatados na associação temporal à introdução de inibidores PDE5, incluindo tadalafila. Não é possível determinar se estes eventos estão diretamente relacionados ao uso de inibidores PDE5 ou a outros fatores.

Cialis contém LACTOSE. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que apresentem intolerância à lactose.

Interações medicamentosas de Cialis

Você deve falar para o médico todos os medicamentos que usa, sejam os receitados ou não, principalmente os remédios para problemas de coração, pressão alta, problemas da próstata, antibióticos, medicamentos para o tratamento da AIDS, medicamentos para o tratamento de infecções causadas por fungos e leveduras; e medicamentos indicados para o tratamento de doenças que afetem o estômago, como, por exemplo, gastrite e úlcera.

Tadalafila não afetou as concentrações alcoólicas e o álcool não afetou as concentrações plasmáticas de tadalafila. Em altas doses de álcool (0,7 g/Kg), a adição de tadalafila não induziu diminuição estatisticamente significativa na pressão sanguínea média. Em alguns indivíduos, foram observadas tontura postural e hipotensão ortostática (queda da pressão arterial ao levantar-se). Quando a tadalafila foi administrada com baixas doses de álcool (0,6 g/Kg), hipotensão não foi observada e tonturas ocorreram com frequência similar ao álcool administrado isoladamente.

CIALIS pode ser tomado com ou sem alimento.

Não foram conduzidos estudos clínicos com o propósito de investigar possíveis interações entre tadalafila e plantas medicinais, nicotina, testes laboratoriais e não laboratoriais.

Uso de Cialis na gravidez e amamentação

CIALIS não é indicado para uso em mulheres. Não há estudos de tadalafila em mulheres grávidas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. 

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. 

Armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Cialis

CIALIS deve ser mantido em temperatura ambiente (15 a 30°C), protegido da luz, calor e umidade. O prazo de validade do produto nestas condições de armazenagem é de 24 meses.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. 

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. 

Aspecto físico: CIALIS apresenta-se na forma de comprimidos revestidos, de cor amarela, em forma de amêndoa, identificados em um dos lados pelo código “C20”.

Antes de usar, observe o aspecto de cialis. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. 

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. 

Posologia, dosagem e instruções de uso de Cialis

Modo de uso

Dosagem: a dose máxima recomendada de CIALIS é 20 mg, tomada antes da relação sexual. A frequência máxima de dose recomendada é uma vez ao dia. CIALIS provou ser eficaz a partir de 30 minutos após sua administração, por até 36 horas. Pacientes podem iniciar a atividade sexual em tempos variáveis em relação à administração, de maneira a determinar seu próprio intervalo ótimo de resposta.

A duração do tratamento deve ocorrer a critério médico.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. 

Cialis não deve ser partido, aberto ou mastigado. 

A eficácia de cialis depende da capacidade funcional do paciente. 

A dose máxima diária recomendada de CIALIS é 20 mg, tomada antes da relação sexual e independente das refeições. Portanto, seu uso é sob demanda.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista. 

Reações adversas de Cialis

Nos estudos clínicos, foram relatadas as seguintes reações adversas com o uso de CIALIS:

Reação Muito Comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam cialis): cefaleia (dor de cabeça). Reação Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam cialis): dor nas costas, tontura, dispepsia (indisposição gástrica), rubor facial (vermelhidão no rosto), mialgia (dor muscular) e congestão nasal (nariz entupido).

Reação Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam cialis): hiperemia conjuntival (vermelhidão nos olhos), sensações descritas como dor nos olhos, inchaço das pálpebras e dispneia (falta de ar). No acompanhamento pós-comercialização de CIALIS, os seguintes eventos adversos foram relatados:

Reação Muito Rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam cialis)

Corpo como um todo: reações de hipersensibilidade, incluindo erupção cutânea, urticária (erupção da pele com coceira), inchaço facial, síndrome de Stevens-Johnson (vermelhidão inflamatória grave da pele de formato bolhoso) e dermatite esfoliativa (vermelhidão inflamatória da pele com descamação generalizada).

Cardiovascular e cerebrovascular: eventos cardiovasculares graves, incluindo infarto do miocárdio, morte súbita cardíaca, acidente vascular cerebral (derrame cerebral), dor no peito, palpitações e taquicardia (batimento cardíaco acelerado) foram relatados na fase póscomercialização e foi possível estabelecer associação temporal com o uso de tadalafila. A maioria dos pacientes que relatou esses eventos tinha fatores de risco cardiovascular préexistentes. Entretanto, não se pode determinar definitivamente se esses eventos são relacionados diretamente a esses fatores de risco, à tadalafila, à atividade sexual ou à combinação destes e outros fatores.

Outros eventos: hipotensão (diminuição da pressão sanguínea) (mais comumente relatada quando CIALIS é utilizado por pacientes que já estão tomando agentes anti-hipertensivos), hipertensão (aumento da pressão sanguínea) e síncope (desmaio).

Gastrointestinal: dor abdominal e refluxo gastroesofágico.

Pele e tecidos subcutâneos: hiperidrose (suor abundante).

Sentidos especiais: visão borrada, neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (interrupção do fluxo sanguíneo para o nervo óptico) podendo resultar na diminuição da visão, oclusão (obstrução) da veia retiniana e diminuição (alteração) do campo visual.

Urogenital: priapismo (ereção dolorosa com mais de 4 horas de duração) e ereção prolongada.

Sistema Nervoso: enxaqueca (dor de cabeça).

Sistema Respiratório: epistaxe (sangramento pelo nariz).

Audição: na pós-comercialização foram relatados casos de diminuição ou perda repentina da audição em associação temporal com o uso de inibidores PDE5, incluindo tadalafila. Em alguns casos, foram relatadas condições médicas e outros fatores que podem igualmente ter causado eventos adversos auditivos. Em muitos casos, a informação no acompanhamento médico foi limitada. Não é possível determinar se estes eventos estão relacionados diretamente ao uso de tadalafila, a fatores de risco subjacentes do paciente para a perda de audição, uma combinação destes fatores ou a outros fatores.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso de cialis. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. 

Superdosagem de Cialis

Doses únicas de até 500 mg de tadalafila foram administradas a indivíduos sadios e, doses múltiplas diárias de até 100 mg de tadalafila, a pacientes. Os eventos adversos foram similares àqueles observados com doses menores. Em casos de superdose, medidas de suporte padrão devem ser adotadas conforme necessário. Hemodiálise contribui de modo não significativo para a eliminação da tadalafila.

Em caso de uso de grande quantidade de cialis, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula de cialis, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Registro MS – 1.1260.0074
Farm. Resp.: Márcia A. Preda – CRF-SP nº 19189

ELI LILLY DO BRASIL LTDA.

Av. Morumbi, 8264 – São Paulo, SP

Indústria Brasileira

CNPJ 43.940.618/0001-44

Venda sob prescrição médica.